terça-feira, 11 de junho de 2013

Pano Limpa Tudo Somente Com Água: Remove Manchas Roupas

Remove manchas de qualquer tecido.

 

Detergente em pó com uma combinação única de enzimas que, ao entrar em contato com a água, se dissolvem facilmente, promovendo um desempenho efetivo sobre as manchas mais difíceis. Rende até 36 lavagens em lavadoras de 6kg.

  • Contém a exclusiva tecnologia BIOQUEST FÓRMULA.
  • Fórmula Biodegradável e concentrada, rende até 36 lavagens em lavadoras de 6kg.
  • Reconhecido pelo programa Desenvolvido para o Meio Ambiente (DFE) promovido pela Agência de Proteção Ambiental nos Estados Unidos (EPa).
  • Não deixa resíduos na roupa e não contém fosfato.
  • Dermatologicamente testado.
  • Garantia de Satisfação.
  • Uso padrão para lavar à mão: 5 ml (4 g) ou 1/3 de medida para cada quilograma de roupa.
  • Use o medidor plástico. 1 medida = 15 ml/12 g
  • Para uso padrão em máquina de lavar roupa: Uma medida para cada 2kg de roupa e/ou 30 litros de água.
1. SEPARE A ROUPA: Por cor, tecido e grau de sujeira.
2. PRÉ-TRATE AS MANCHAS: Use o AMWAY HOMET SA8T Pré-lavagem Tira-manchas em spray para tecidos.
3. SELECIONE A TEMPERATURA DA ÁGUA: Para melhores resultados, use a temperatura recomendada nas etiquetas dos tecidos e roupas.
4. DISSOLVA A QUANTIDADE ADEQUADA DE PRODUTO CONFORME A CARGA DE ROUPA:
  • 2 kg de roupa em 30 L de água = 1 medida (12 g) - 1 kg = Rende até 83 lavagens
     
  • 4 kg de roupa em 55 L de água = 2 medida (24 g) - 1 kg = Rende até 42 lavagens
     
  • 6 kg de roupa em 70 L de água = 2 1/3 medida (28 g) - 1 kg = Rende até 36 lavagens
Apresentação: Caixa
Conteúdo: 1 kg
Mais informações: http://www.epa.gov/dfe

SA8 PRÉ-LAVAGEM TIRA MANCHAS EM SPRAY
Limpeza eficiente sem desrespeitar o meio ambiente.
Elimina de forma prática as manchas mais difíceis que os detergentes sozinhos não conseguem remover.
Fórmula avançada, concentrada, biodegradável e dermatologicamente testada.
Rende até 700 aplicações.
Contém uma única e poderosa combinação de ingredientes que removem a sujeira sem a necessidade de esfregar e nem deixar de molho.
Rende até 700 aplicações.
Apresentação: aerossol
Código: 110403
Conteúdo Líquido: 400ml
Fabricado nos Estados Unidos
 
1. Segure a embalagem a 15-20 cm. da roupa e aplique diretamente sobre a mancha.
2. Espere aproximadamente um minuto até o líquido penetrar no tecido (não é preciso esfregar). Não deixe secar.
3. Depois, lave como habitualmente.
4. As manchas resistentes podem requerer uma segunda aplicação.
5. Para melhores resultados, trate as manchas imediatamente.

Antes de utilizar o produto leia atentamente as instruções de uso.

  • Evite aplicar o produto sobre máquinas de lavar roupa, máquinas de secar roupa e superfícies pintadas.


  • IRRITANTE OCULAR.


  • Não ingerir.


  • Não inale. Evite aspiração, contato com olhos e pele.


  • Em caso de contato com os olhos e pele, lave imediatamente com água em abundância.


  • Em caso de ingestão, não provoque o vômito e consulte imediatamente o Centro de Intoxicações ou o médico levando o rótulo do produto.


  • Inflamável! Conteúdo sob pressão superior a 50?C. Não jogue no fogo ou incinerador.


  • Mantenha longe do fogo e de superfícies aquecidas.


  • Mantenha o recipiente hermeticamente fechado e em lugar ventilado.


  • Não perfure a embalagem vazia.





  • Evite contato prolongado com a pele.


  • Depois de utilizar este produto, lave e seque as mãos.


  • Não reutilize a embalagem vazia.


  • Em caso de emergência médica ligue 0800-7010450



  • CONSERVE FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS E DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS.
    veja aqui apresentação do produto
    Ligue (21) 9406-6617 (claro) ou (21) 6952-7669 (tim) para fazer seu pedido

    domingo, 15 de agosto de 2010

    Torcedora do mengo não vive sem clorofila e cartão visa pre-pago!

    Sofremos pelo que não temos, e muitas vezes,



    pelo que acreditamos que era nosso,


    e na verdade, nunca foi.






    Sofremos, pela incerteza do amanhã


    que não nos pertence,


    mas que tentamos controlar.


    Sofremos pelas amizades e afinidades


    que tentamos dominar, possuir sem medidas,


    e que se afastam de nós.


    Sofremos pela doença que podemos ter,


    pela gripe que pode virar pneumonia,


    e ficamos abatidos.






    Sofremos pelo medo do imponderável,


    pelo que não podemos medir,


    pelo que não vemos, mas às vezes, podemos ouvir,


    e encerramo-nos.


    Sofremos pelas nossas faltas,


    e abatemo-nos com as dificuldades que criamos,


    e aí estagnamos.






    Por isso,


    as notas que não tirámos, as provas que não passámos,


    os amores que não vivemos, o abraço que perdemos,


    os cadernos amarelados, os cheiros da infância,


    a velha chupeta guardada ou perdida,


    são doces lembranças, mas até nelas, sofremos.






    Sofremos, porque não queremos nada simples,


    nem simplesmente viver,


    ou simplesmente amar.


    Temos MEDO,


    Temos medo de nos entregarmos


    definitivamente ao amor,


    medo de sofrer uma dor maior,


    por isso, sofremos,


    até pelo que não sabemos.






    E hoje,


    sabendo que o sofrer é uma antecipação da dor que nem sempre viveremos,


    vou procurar conquistar aquilo que realmente me cabe,


    e se a dor me visitar, vai me encontrar mais forte,


    porque tenho a exacta medida de tudo o que já passei,


    e sou o fruto maduro dessa árvore chamada, vida.



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    A história do futebol


    A história do futebol
    Os historiadores divergem quanto ao lugar onde o futebol apareceu primeiro, se na França ou na Inglaterra. Na França, teria chegado através dos romanos, que lá estiveram liderados por Júlio César nos anos 58 a 51 Antes de Cristo. Entretanto, o mais antigo documento relacionado com o tema é o livro DESCRIPTIO NOBILISSIMAE CIVITATIS LONDINAE, de Williaim Fitzstephen, escrito em 1175. Ele comenta um jogo disputado durante a SHROVETIDE, uma espécie de terça feira gorda, quando os habitantes de várias cidades inglesas passavam a chutar uma bola de couro pelas ruas, comemorando a expulsão dos dinamarqueses no período de domínio anglo-saxônico. A bola, no caso, simbolizava a cabeça de um oficial do exército invasor e, segundo consta, foi exatamente com esta cabeça que o jogo teve sua origem.
    Durante muito tempo, por ocasião da SHROVETIDE, o futebol teve para o futebol inglês um sentido essencialmente cívico, sendo disputado apenas nos festejos anuais. Com o passar dos anos, o esporte se tornou popular entre os habitantes de Chester e Kingston. A popularidade cresceu tanto que, em 1314, o Rei Eduardo II decidiu proibir que se praticasse o jogo na Inglaterra. Temia que desviando as atenção para a bola, os jovens se descuidassem do arco e flecha, esporte evidentemente mais útil para uma nação em guerra. Outros soberanos também foram contra o jogo da bola. Entre eles, Ricardo II, Henrique IV, Henrique VIII e Elizabeth I.
    Os italianos também reclamam para si, a criação do futebol, ou cálcio para eles. No dia 17 de fevereiro de 1529, quando Florença era sitiada pelas tropas do Príncipe de Orange, duas facções políticas, lideradas por aristocráticos, resolveram decidir uma velha rixa num jogo de bola no Piazza Santa Croce. As duas equipes, cada uma com vinte e sete jogadores, estavam uniformizadas. Uma de verde e outra de branco. Elas se enfrentaram violentamente durante algumas horas. A partida entrou para a história e faz parte da tradição popular florentina, sendo reproduzida todos os anos, no dia 24 de junho, dia de São João, padroeiro da cidade de Florença. Os reclamos dos italianos, eram porque o jogo tinha regras definidas e que são observadas até hoje em suas reconstituições anuais. Vinte e sete jogadores que eram divididos em suas posições. A bola podia ser jogada tanto com os pés como com as mãos e tinha que ser introduzidas na meta adversária, uma barraca armada ao fundo de cada campo. O ponto praticamente decidia o jogo. Apesar de sua origem ter sido marcada pela violência dos dois times, o cálcio representa um estágio mais avançado do futebol em relação ao que se praticava, na mesma época, nas ruas da Inglaterra. Os jogadores tinham posições definidas e as regras eram claras. O tranco e o pontapé significavam infrações graves que eram anotadas por dez juizes. Até hoje, os italianos se recusam a chamar futebol de futebol. Para eles, futebol é e sempre será CÁLCIO.
    Durante muitos anos, o jogo de Rubgy e o jogo de Futebol seguiam o mesmo caminho. Mas esbarravam sempre num problema que era a falta de uma uniformização de regras para os dois jogos. Os estudantes universitários ingleses escreveram artigos em jornais de Londres que eram apelos veementes para que o futebol definisse suas regras. No dia 26 de outubro de 1863, realizou uma reunião com representantes de onze clubes e escolas para debater a questão. Se não se chegou a um acordo com relação as regras, pelo menos se descobriu que rubgy e futebol teriam que seguir separados.
    A medida que ia deixando de ser um jogo violento e nocivo, o futebol passou a apaixonar seus praticantes. A grande transformação passou a se fazer notar no início do século XVIII, quando jovens de famílias ricas e aristocráticas, integrantes de escolas públicas inglesas, viram-se obrigados a trocar seus passatempos. O tiro, a esgrima, a caça e a equitação foram trocados pelos jogos em grupos. Logo, as primeiras tentativas de se estabelecer um regulamento para o futebol , uma espécie de regra deveria prevalecer sobre todas as outras. Para começar, não seria permitido colocar a mão na bola. Desse modo, o futebol chega ao século XIX mais organizado, dignificado pela adesão dos universitários, abençoado pela aquiescência dos reis, admirado pelos cronistas da época e, engrandecido pela paixão popular.
    Os seguidores do futebol, pé na bola, como sugere o próprio nome, estabeleceram suas leis e fundaram THE FOOT BALL ASSOCIATION, nome que é mantido até hoje pela Liga Inglesa, e deram foram definitiva a um jogo que mais tarde se transformaria numa paixão popular. O futebol foi codificado oficialmente no dia 01 de dezembro de 1863, a partir das nove regras estabelecidas pôr Cambridge e submetidas aos representantes dos clubes e universidades numa reunião realizada no dia 24 de outubro de 1863. Mas a aprovação, apenas, não era o bastante. Havia necessidade de se distribuir cartilhas nos clubes, nas escolas, nas livrarias e bancas de jornal, através de livros de regras. Essas regras foram sendo sucessivamente modificadas, e novos manuais passaram a ocupar o lugar das primitivas cartilhas. Em 1868, instituiu-se a figura do JUIZ. Em 1878, um ano depois se adotar, pela primeira vez o travessão de madeira, surgiu o apito, já que até então era na força do grito que o juiz anunciava suas decisões em campo. Em 1882, Inglaterra, Escócia, Pais de Gales e Irlanda fundaram a INTERNATIONAL BOARD, que até hoje regula as leis do jogo no mundo inteiro, já como órgão assessor da FIFA. Houve uma total revisão das regras em 1891, quando apareceram as redes nas balizas e foi oficializado o pênalti. Em 1896, cresce a autoridade do JUIZ, que deixa de ser um simples tira teima, e passar a se guiar pelo texto da lei. Nos últimos anos do século, fixam-se o numero de jogadores em onze, as dimensões do campo, o tamanho da bola e a duração da partida. Os limites das áreas datam de 1901, as leis do impedimento começaram a partir de 1907, definindo-se em 1924. Uma nova revisão foi feita em todo o texto em 1938. Uma vez uniformizado, codificado e organizado, o futebol não tardaria a se transformar no mais popular e universal de todos os esportes. A popularização se fez rápida e regularmente, com o apoio dos jornais, cartazes exibidos nas ruas, folhetos distribuídos em casas comerciais, bares e teatros.
    Veja no http://sites.google.com/site/peladinhasfutebolclube/historia-do-futebol-feminino sobre a história dos Campeonatos de Futebol Feminino já realizados!


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    No princípio era um paraíso. Um exímio artista e muito criativo, um anacoreta sem um pedacinho. Depois veio uma mulher formada a partir desse pedacinho. Formas suaves e arrendadas, beleza incontestável, o par ideal para a masculinidade de seu companheiro. Mesma essência, diferente função. Mesma tarefa de dominar o restante da criação e cuidar dela como administradores sábios e bondosos, mas de diferentes visões. Aliados, amigos, amantes. Estava completa a obra perfeita do Criador. Mas algo aconteceu, algo mudou essa perfeita sinergia. Os homens esqueceram que a mulher fora tirada de uma costela, não dos pés para serem pisadas. As mulheres de mesmo modo, esqueceram que sua origem não era da cabeça, de uma parte de cima, onde lhes daria uma idéia de superioridade. Para Sócrates, a mulher era um ser estúpido e enfadonho. Buda não permitia nem que seus seguidores olhassem para as mulheres. No mundo pré-cristão, as mulheres quase sempre não passavam de servas mudas, cuja vida só conhecia o trabalho extenuante. Não é a toa que uma oração judaica dizia: “Agradeço-te, ó Deus, por não me teres feito mulher”. O coração da mulher, como muitos instrumentos depende de quem o toca. (Saint Prosper)



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